da curva do orvalho avistava-se o cenário cambaleante dos barcos amarrados uns aos outros. na réstea de nevoeiro género fio de algodão aconchegavam-se as camisolas de gola alta ao queixo e dormitava-se na mesa do canto. o senhor do balcão nunca se ouvia na hora de trabalho. correrias directas ao exorbitante talvez fossem desencantos de trazer por casa. a calma esperava pelos aquecedores a óleo esquecidos na dispensa lembrados sabe-se lá quando te vir e o teu corpo me ameaçar de implosão carnal não te fiques pelos dentes cerrados. ferra.
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sexta-feira, 3 de setembro de 2010
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