com as mãos escorridas da vida que nunca começou gosto da viagem à noite com o volume levantado e sem chuva no piso demarcado como uma região de excepção traída pelo amargo sinal da realidade e gorado o tempo para ler uma hipótese devorada pela bacia do tecido matricial incontornável e alheio tanto como possuído com regras de sangue e temperos de deslocalização espacial
.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário