posta ao lume a cafeteira haveria de transportar os arranhões da garganta para perto de uma âncora a ser lançada com os duetos e falsetes desviados para uma realidade imunda. uma chave de temperos orientais a azucrinar-me a cabeça haveria de se partir antes do buraco da fechadura que afinal estroncada valia tanto como bufar para o lado que está o vento. não sacudia os pés no tapete à entrada duma risada sem nexo nem permitia o sexo de postigos abertos. as cortinas quando abanavam já tinham ficado sem as janelas.
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quarta-feira, 10 de novembro de 2010
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