do poleiro as codornizes balbuciavam termos imperceptíveis que flutuavam como pedaços de cinza levados na brisa pousada na carruagem atrelada aos sonhos dos outros. esquecida no parapeito uma plateia de mirones armados em cicerones não enganavam a esteira estendida no tapete da indignação. forjada numa estreita maldição entre o cio e a falta de pio aquela estirpe pegajosa e rastejante de línguas preponderantes encontrava-me na sola dos pés e desaparecia nas fendas da caducidade individual. era tudo à meia dose e nada que não água a gelar nos canos.
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010
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