estreitas as ruas de pedra encolhidas pelas casas as casas tão pedra e eu gosto mas. um dia igual aos outros tem que ser igual as gentes o povo as pessoas sei lá tão pedra e eu não gosto não querer aquele lugar enquanto estaciono com a mala a jeito de bradar aos céus e as gentes autênticas nem todas muitas as que cheguem para me livrar do incómodo vem-me sempre a vontade de outro lugar ali não sou eu as gentes autênticas eu não que raio outras gentes e eu autêntico ou então não são as gentes que se encontram são as gentes que se levam e as ruas estreitas de pedra como as casas sem problema bonitas com a gente bonita que se leva ou que não quer vir e a gente leva de qualquer forma não era ali mas podia ser a certa altura não é o sítio que faz o eco só existe nas bonitas tão única pessoa que se leva a todo o lado mesmo sem saber mesmo nos dias iguais aos outros eu gosto
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sábado, 14 de agosto de 2010
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