de quando em vez cruzava-me com uma rapariga de sorriso tímido no elevador. tinha pestanas compridas e trazia sempre brincos grandes. usava um perfume quente mas não demasiado intenso. na curta viagem entre andares tentava decifrar-lhe a profissão. e sugeria a mim próprio nomes que lhe assentavam bem. tinha qualquer coisa de Mafalda ou Benedita. não tinha nada de Beatriz nem de Sofia. um dia ela fez-me uma pergunta.
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
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