as teias dos tapetes que se desfazem nas solas dos sapatos de cerimónia enroladas umas nas outras como quem quer ser outra coisa ou voltar ao novelo que já foram como quem recusa ser outra coisa muito gostava de ter sido surrealista ter vivido nas praças as revoluções honrado o nome nas discussões invadido prisões queimado barões sem ter sido nacionalista ou moeda de impérios passionais
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quarta-feira, 9 de junho de 2010
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